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Enel · São Bernardo do Campo/SP

Carregador de carro elétrico em condomínio em São Bernardo do Campo

Levantamento da folga elétrica do prédio, projeto com gestão de carga, medição por vaga e a documentação que a assembleia precisa — com o trâmite junto à Enel.

Atendimento em toda a cidade
Projeto com gestão de carga
ART e material para a assembleia

Em condomínios em São Bernardo do Campo, a instalação de carregadores depende de três verificações: a folga da entrada de energia do prédio junto à Enel Distribuição São Paulo, o arranjo de medição do consumo de cada morador, e o atendimento à Portaria CBPMESP 003/970/2026 do Corpo de Bombeiros. A Lei Estadual SP 18.403/2026 assegura o direito de instalação em vaga privativa.

Contexto local

Como são os condomínios em São Bernardo do Campo

Perfil

O que encontramos nas garagens

Condomínio vertical de médio e alto padrão no Centro e no Jardim do Mar, e bairros horizontais nas bordas. Em prédio, a autorização do condomínio costuma ser o passo que mais demora — e é onde a Lei Estadual 18.403/2026 ajuda.

Particularidade

O que aparece com mais frequência

É o coração do polo automotivo do ABC. A proximidade com montadoras e concessionárias faz a cidade ter proporção alta de carro novo eletrificado circulando antes da média.

Distribuidora

Enel Distribuição São Paulo

A especificação técnica da Enel determina que a instalação de estação de recarga seja comunicada previamente à distribuidora — no pedido de fornecimento, no aumento de carga ou na alteração de tensão.

O que a lei mudou

Desde fevereiro de 2026, a regra em São Paulo é outra

Lei Estadual SP 18.403/2026

O condômino tem direito de instalar na vaga privativa

A lei assegura ao condômino o direito de instalar, às suas expensas, estação de recarga em vaga privativa — e o condomínio não pode negar sem justificativa técnica documentada.

São condições cumulativas: compatibilidade com a carga elétrica da edificação, conformidade com as normas da distribuidora e da ABNT, execução por profissional habilitado com ART, e comunicação prévia à administração.

Duas ressalvas importantes. O direito vale apenas para vaga privativa — área comum e vaga rotativa continuam dependendo de assembleia, com quórum de 2/3 quando há obra em parte comum. E há tese de inconstitucionalidade da lei em circulação. A gente informa o que a lei diz; quem decide o caso concreto é o condomínio com seu jurídico.
O erro que trava o prédio inteiro

O primeiro morador que instala errado bloqueia todos os outros

A NBR 17019 obriga a dimensionar o projeto com fator de demanda 1 — ou seja, considerando todos os pontos ligados ao mesmo tempo na potência máxima — a menos que exista sistema de gestão de carga.

Na conta: um prédio de 100 unidades com carregadores de 7 kW precisaria de cerca de 700 kVA só para recarga. Praticamente nenhum condomínio tem isso.

É daí que vem o problema que a gente mais vê: os primeiros moradores instalam por conta própria, consomem a folga elétrica do prédio, e o condomínio precisa começar a negar autorização para os seguintes. Vira disputa entre vizinhos e, às vezes, processo.

Gestão de carga resolve. O sistema mede a energia disponível no quadro geral e distribui a potência entre os carregadores ao longo da noite. Com isso o mesmo prédio atende muito mais moradores com a mesma entrada de energia.

Dúvidas frequentes

Perguntas de síndicos em São Bernardo do Campo

Vocês atendem condomínios em São Bernardo do Campo?

Sim. Fazemos levantamento elétrico, projeto e execução em condomínios em São Bernardo do Campo, incluindo Centro, Jardim do Mar, Rudge Ramos, Nova Petrópolis.

Qual distribuidora atende São Bernardo do Campo?

Enel Distribuição São Paulo. A especificação técnica da Enel determina que a instalação de estação de recarga seja comunicada previamente à distribuidora — no pedido de fornecimento, no aumento de carga ou na alteração de tensão. Em condomínio isso pesa mais, porque o aumento de carga é do prédio inteiro, não de uma unidade.

O condomínio pode proibir a instalação?

Na vaga privativa, a Lei Estadual SP 18.403/2026 assegura o direito do condômino e impede a negativa sem justificativa técnica documentada. Já em área comum ou vaga rotativa, a instalação continua dependendo de deliberação em assembleia — com quórum de 2/3 quando envolve obra em parte comum.

Como fica a conta de luz?

O consumo da recarga não pode ser diluído na taxa condominial sem medição: um carregador consome o equivalente ao de uma unidade residencial inteira. Os arranjos usados são medidor individual por ponto, medição embarcada no wallbox com rateio, extensão a partir do medidor da unidade ou carregador compartilhado com cobrança por sessão.

O condomínio pode cobrar pela recarga?

Sim. A regulamentação da ANEEL permite a recarga de veículos que não sejam do titular da unidade consumidora, inclusive com exploração comercial a preços livremente negociados.

O que o Corpo de Bombeiros exige em garagem?

A Portaria CBPMESP 003/970/2026 define, para instalações internas às edificações: apenas Modos 3 e 4, circuito dedicado com DR e DPS por ponto, chave de emergência local e por pavimento integrada ao alarme, barreiras físicas e sinalização fotoluminescente.

Precisa de ART?

Sim. A própria Lei 18.403/2026 exige execução por profissional habilitado com ART, e a portaria do Corpo de Bombeiros atribui responsabilidade formal ao profissional e à empresa instaladora. A ART protege o morador, o condomínio e o síndico.

Quanto custa o projeto de um condomínio?

Depende do número de pontos, da folga elétrica do prédio, da distância da prumada até as vagas e do tipo de medição escolhido. Diferente da instalação residencial, que fica entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por ponto, um projeto coletivo é orçado caso a caso após o levantamento no local.

Vamos ver se a sua garagem está pronta

Manda o modelo do carro e o endereço. A gente responde qual carregador atende você e o que a instalação vai exigir.

Instalação de R$ 1.500 a R$ 3.000 · Segunda a sábado

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