Recarga para empresas e frotas: projeto, instalação e controle de uso
Estacionamento corporativo, frota própria, hotel, concessionária. Levantamos a capacidade elétrica, dimensionamos com gestão de carga e entregamos com medição e controle de acesso.
Recarga corporativa se diferencia da residencial em três pontos: vários carregadores dividem a mesma entrada de energia, o que exige gestão de carga; o consumo precisa ser atribuído a usuário ou centro de custo, o que exige medição por sessão; e o uso compartilhado exige controle de acesso. O dimensionamento parte da folga elétrica real do imóvel, não da soma das potências dos equipamentos.
Quatro cenários que atendemos
Frota corporativa
Veículos que dormem na empresa. Recarga programada para a madrugada, quando há folga elétrica e tarifa melhor.
Estacionamento de funcionários
Uso compartilhado com identificação por usuário e rateio de consumo, sem a empresa absorver a conta.
Hotel e pousada
Recarga como serviço ao hóspede, com cobrança por sessão ou como diferencial incluído na diária.
Concessionária e oficina
Pontos de pátio para entrega de veículo carregado e para atendimento técnico.
A conta não é somar a potência dos carregadores
A NBR 17019 obriga a dimensionar o projeto com fator de demanda 1 — ou seja, considerando todos os pontos ligados ao mesmo tempo na potência máxima — a menos que exista sistema de gestão de carga.
Na conta: um prédio de 100 unidades com carregadores de 7 kW precisaria de cerca de 700 kVA só para recarga. Praticamente nenhum condomínio tem isso.
É daí que vem o problema que a gente mais vê: os primeiros moradores instalam por conta própria, consomem a folga elétrica do prédio, e o condomínio precisa começar a negar autorização para os seguintes. Vira disputa entre vizinhos e, às vezes, processo.
Gestão de carga resolve. O sistema mede a energia disponível no quadro geral e distribui a potência entre os carregadores ao longo da noite. Com isso o mesmo prédio atende muito mais moradores com a mesma entrada de energia.
Onde atendemos
São Paulo
Recarga corporativa e de frota em São Paulo.
Guarulhos
Recarga corporativa e de frota em Guarulhos.
Osasco
Recarga corporativa e de frota em Osasco.
Santo André
Recarga corporativa e de frota em Santo André.
São Bernardo do Campo
Recarga corporativa e de frota em São Bernardo do Campo.
São Caetano do Sul
Recarga corporativa e de frota em São Caetano do Sul.
Sorocaba
Recarga corporativa e de frota em Sorocaba.
Campinas
Recarga corporativa e de frota em Campinas.
Perguntas de quem toca a operação
Quantos pontos dá para instalar?
Depende da folga da entrada de energia do imóvel. Com gestão de carga, o mesmo quadro atende muito mais pontos, porque o sistema distribui a potência disponível entre os veículos ao longo do período de recarga em vez de somar todas as potências máximas.
Dá para controlar quem usa e quanto cada um gastou?
Sim. Os equipamentos de uso compartilhado trabalham com identificação por cartão RFID ou aplicativo, e registram o consumo por sessão — o que permite rateio por centro de custo, por motorista ou cobrança de terceiros.
A empresa pode cobrar pela recarga?
Sim. A regulamentação da ANEEL permite a recarga de veículos que não sejam do titular da unidade consumidora, inclusive com exploração comercial a preços livremente negociados.
Serve para hotel, estacionamento e concessionária?
Serve. O projeto muda conforme o uso: rotatividade alta pede controle de acesso e medição por sessão; frota própria pede recarga programada para a madrugada, quando a tarifa e a folga elétrica ajudam.
Vocês fazem manutenção depois?
Fazemos. Instalação de uso compartilhado tem desgaste maior de cabo e conector do que a residencial, e vale um plano de verificação periódica.