Recarga para empresas e frotas em Campinas
Levantamento da capacidade elétrica, projeto com gestão de carga, medição por usuário e execução — com o trâmite de aumento de carga junto à CPFL Paulista.
Um projeto de recarga corporativa em Campinas parte da folga elétrica real do imóvel, não da soma das potências dos equipamentos. Com gestão de carga, a mesma entrada de energia atende muito mais pontos. O aumento de carga é formalizado junto à CPFL Paulista, concessionária que atende a cidade, e o prazo dela entra no cronograma do projeto.
O que pesa em Campinas
De onde vêm os projetos aqui
A região metropolitana concentra polo tecnológico e universitário, com adoção de carro elétrico acima da média do interior — e, com isso, os primeiros condomínios que precisam de projeto coletivo, não de ponto isolado.
O perfil das garagens
Mistura de condomínio vertical de alto padrão, condomínio horizontal fechado em Barão Geraldo e região, e casas em bairros consolidados. Cada um exige um projeto diferente de infraestrutura.
CPFL Paulista
Campinas é atendida pela CPFL Paulista. O pedido de aumento de carga e a documentação da estação de recarga seguem o padrão da CPFL, diferente do da capital.
A conta não é somar a potência dos carregadores
A NBR 17019 obriga a dimensionar o projeto com fator de demanda 1 — ou seja, considerando todos os pontos ligados ao mesmo tempo na potência máxima — a menos que exista sistema de gestão de carga.
Na conta: um prédio de 100 unidades com carregadores de 7 kW precisaria de cerca de 700 kVA só para recarga. Praticamente nenhum condomínio tem isso.
É daí que vem o problema que a gente mais vê: os primeiros moradores instalam por conta própria, consomem a folga elétrica do prédio, e o condomínio precisa começar a negar autorização para os seguintes. Vira disputa entre vizinhos e, às vezes, processo.
Gestão de carga resolve. O sistema mede a energia disponível no quadro geral e distribui a potência entre os carregadores ao longo da noite. Com isso o mesmo prédio atende muito mais moradores com a mesma entrada de energia.
Perguntas de quem toca a operação em Campinas
Vocês atendem empresas em Campinas?
Sim. Fazemos levantamento, projeto e execução em empresas, estacionamentos e frotas em Campinas, incluindo Cambuí, Barão Geraldo, Nova Campinas, Taquaral.
Qual distribuidora atende Campinas?
CPFL Paulista. Campinas é atendida pela CPFL Paulista. O pedido de aumento de carga e a documentação da estação de recarga seguem o padrão da CPFL, diferente do da capital. Em projeto corporativo isso é decisivo, porque o aumento de carga costuma ser maior e o prazo da concessionária entra no cronograma.
Quantos pontos dá para instalar?
Depende da folga da entrada de energia do imóvel. Com gestão de carga, o mesmo quadro atende muito mais pontos, porque o sistema distribui a potência disponível entre os veículos ao longo do período de recarga em vez de somar todas as potências máximas.
Dá para controlar quem usa e quanto cada um gastou?
Sim. Os equipamentos de uso compartilhado trabalham com identificação por cartão RFID ou aplicativo, e registram o consumo por sessão — o que permite rateio por centro de custo, por motorista ou cobrança de terceiros.
A empresa pode cobrar pela recarga?
Sim. A regulamentação da ANEEL permite a recarga de veículos que não sejam do titular da unidade consumidora, inclusive com exploração comercial a preços livremente negociados.
Serve para hotel, estacionamento e concessionária?
Serve. O projeto muda conforme o uso: rotatividade alta pede controle de acesso e medição por sessão; frota própria pede recarga programada para a madrugada, quando a tarifa e a folga elétrica ajudam.
Vocês fazem manutenção depois?
Fazemos. Instalação de uso compartilhado tem desgaste maior de cabo e conector do que a residencial, e vale um plano de verificação periódica.