Recarga para empresas e frotas: projeto, instalação e controle de uso
Estacionamento corporativo, frota própria, hotel, concessionária. Levantamos a capacidade elétrica, dimensionamos com gestão de carga e entregamos com medição e controle de acesso.

Recarga corporativa se diferencia da residencial em três pontos: vários carregadores dividem a mesma entrada de energia, o que exige gestão de carga; o consumo precisa ser atribuído a usuário ou centro de custo, o que exige medição por sessão; e o uso compartilhado exige controle de acesso. O dimensionamento parte da folga elétrica real do imóvel, não da soma das potências dos equipamentos.
Quatro cenários que atendemos
- 01
Frota corporativa
Veículos que dormem na empresa. Recarga programada para a madrugada, quando há folga elétrica e tarifa melhor.
- 02
Estacionamento de funcionários
Uso compartilhado com identificação por usuário e rateio, sem a empresa absorver a conta.
- 03
Hotel e pousada
Recarga como serviço ao hóspede, com cobrança por sessão ou como diferencial da diária.
- 04
Concessionária e oficina
Pontos de pátio para entrega de veículo carregado e para atendimento técnico.
A conta não é somar a potência dos carregadores
A NBR 17019 obriga a dimensionar o projeto com fator de demanda 1 — considerando todos os pontos ligados ao mesmo tempo na potência máxima — a menos que exista sistema de gestão de carga.
Na conta: um prédio de 100 unidades com carregadores de 7 kW precisaria de cerca de 700 kVA só para recarga. Praticamente nenhum condomínio tem isso.
É daí que vem o problema que mais aparece: os primeiros moradores instalam por conta própria, consomem a folga elétrica do prédio, e o condomínio precisa negar autorização para os seguintes. Vira disputa entre vizinhos e, às vezes, processo.
Gestão de carga resolve. O sistema mede a energia disponível no quadro geral e distribui a potência entre os carregadores ao longo da noite. Com isso o mesmo prédio atende muito mais moradores com a mesma entrada de energia.

Onde atendemos
Cada cidade tem a sua concessionária e o seu processo. Por isso a página é diferente em cada uma.
São Paulo
Vila Mariana, Moema, Pinheiros e demais regiões.
Guarulhos
Centro, Vila Galvão, Macedo e demais regiões.
Osasco
Centro, Vila Yara, Bela Vista e demais regiões.
Santo André
Centro, Jardim, Vila Assunção e demais regiões.
São Bernardo do Campo
Centro, Jardim do Mar, Rudge Ramos e demais regiões.
São Caetano do Sul
Centro, Santa Paula, Barcelona e demais regiões.
Sorocaba
Campolim, Parque Campolim, Jardim Portal da Colina e demais regiões.
Campinas
Cambuí, Barão Geraldo, Nova Campinas e demais regiões.
Perguntas de quem toca a operação
Quantos pontos dá para instalar?
Depende da folga da entrada de energia do imóvel. Com gestão de carga, o mesmo quadro atende muito mais pontos, porque o sistema distribui a potência disponível entre os veículos ao longo do período de recarga.
Dá para controlar quem usa e quanto cada um gastou?
Sim. Os equipamentos de uso compartilhado trabalham com identificação por cartão RFID ou aplicativo e registram o consumo por sessão, o que permite rateio por centro de custo, por motorista ou cobrança de terceiros.
A empresa pode cobrar pela recarga?
Sim. A regulamentação da ANEEL permite a recarga de veículos que não sejam do titular da unidade consumidora, inclusive com exploração comercial a preços livremente negociados.
Serve para hotel, estacionamento e concessionária?
Serve. O projeto muda conforme o uso: rotatividade alta pede controle de acesso e medição por sessão; frota própria pede recarga programada para a madrugada.
Vocês fazem manutenção depois?
Fazemos. Instalação de uso compartilhado tem desgaste maior de cabo e conector do que a residencial, e vale um plano de verificação periódica.